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Notcias

12/18/2018/ Jefferson Sousa e Carlos Eduardo Amaral

Diretor musical anuncia planos para a OCC em 2019

Maestro Nilson Galvo Jr. comenta sobre a expectativa para a criao de novos conjuntos musicais em Ipojuca, Igarassu e Jussaral

Na semana passada, estivemos com Nilson Galvo Jr. para pegar um breve depoimento do maestro para a srie Personagens da OCC, publicada regularmente em nossa pgina do Facebook. Mas o breve depoimento virou um frutfero bate-papo, que abrangeu desde o trabalho de revitalizao dos grupos representativos no Ncleo do Coque at as perspectivas de fortalecimento e criao de outros grupos, em Ipojuca, Igarassu e no esperado ncleo no distrito do Jussaral, na zona rural do Cabo de Santo Agostinho.

"Meu trabalho aqui na Orquestra Criana Cidad comeou quando fui contratado para ser professor de violoncelo, em maio de 2013. A, no final de 2013, surgiu o convite para eu me tornar o diretor musical e maestro. A primeira coisa que a gente fez foi procurar o que j tnhamos e o que precisvamos melhorar. Existiam alguns grupos que funcionavam antes e que haviam parado, e a gente incentivou bastante para que voltassem a funcionar, como o de percusso [Contratempo], o de flautas doces [Sonorus] e a Orquestra Infantojuvenil.

Vai ser legal porque um outro grupo que a gente queria criar vai ter incio agora em 2019, o Coral da Orquestra Criana Cidad [do Coque], pois tem uma turma nova [de alunos] entrando. Antes disso, a gente criou o Grupo de Sopros, at um tempo atrs dirigido pelo professor Jos Wilker, que hoje no est mais com a gente, e assumido pelo professor Josias. A gente tambm reativou o Ncleo Popular e comeamos a fazer um trabalho intenso de Orquestra Infantil. Ento, nesses cinco anos, estamos comemorando todos esses ganhos. Desde 2017, ns viemos observando que essa estrutura vem dando certo e isso me deixa bastante feliz.

A gente tem um programa tambm de msica de cmara, e isso tambm me deixa feliz pois foi algo em que eu insisti muito e continuo insistindo. Eu aposto, falando do futuro, que esse programa o que vai dar um lastro grande em termo de aperfeioamento e de profundidade musical em termos de qualidade musical. Espero que, dentro de dois anos, consigamos estrutur-lo corretamente.

Falando do futuro, a gente inaugurou, em 2015, o ncleo l em Ipojuca, com cordas, onde a gente vem vendo um desenvolvimento muito bom. O de Igarassu, que atualmente mais voltado para a musicalizao, tambm vai se tornar em um ncleo de cordas. Isso vai agregar muito, porque vamos ter mais grupos solidificados e vamos continuar abrindo. L em Ipojuca j temos trs orquestras, de nveis diferentes, e a gente vai tentar implantar por l essa questo de msica de cmara, formando quartetos e quintetos, o que ser bom para eles. E em Igarassu, que vai comear a ter um trabalho em at quatro anos, vamos ter mais possibilidades, ainda que somente com orquestra de cordas. Provavelmente l [Igarassu] vai ter uma orquestra. So menos crianas, 30, mas j mais um grupo.

E a nossa famlia OCC tambm est confiante de que vamos inaugurar, em 2019, um ncleo no Jussaral, no Cabo de Santo Agostinho, sendo este estrategicamente de metais e percusso, porque o nosso grande objetivo , em at quatro anos, estar fazendo as nossas primeiras apresentaes como orquestra sinfnica. Da a importncia de ter esse material de cordas grandes nos trs primeiros ncleos, pois 70% de uma orquestra sinfnica so compostos por msicos de cordas. Aqui [no Coque] j temos os trs grupos de cordas funcionando, que so a Orquestra Jovem, a Orquestra Infantojuvenil e a Orquestra Infantil. Em Ipojuca tambm so trs, sendo chamadas de Orquestra A, B e C.

Em 2019, comeam os novos passos do novo ncleo l no Jussaral. O desenvolvimento dos musicistas de metais um pouco mais rpido, porque no to complexo comear a tirar som do instrumento, mas comear a incorpor-los em grupos, sim. Assim, depois de dois anos, ns vamos comear em grupos mistos, ou seja, de outras naturezas. Por exemplo, unir o grupo de sopros daqui, que quase s de madeiras, com o de metais de l, e isso precisa de mais um tempo para que eles aprendam sobre sonoridade. Ou unir os grupos de cordas com o de metais. Mas eles l, sozinhos, enquanto unidade, vo poder formar os prprios grupos, chamados de monocromticos -- que so os da mesma famlia de instrumentos, podendo formar uma banda, e isso bem rpido, pois pode acontecer j no primeiro ano.

Ento, em um futuro bem prximo, a gente vai estar com a nossa Orquestra Sinfnica Criana Cidad. Isso fantstico porque, diferente de muitos projetos que temos hoje no Brasil, a nossa Orquestra Sinfnica vai ser formada por nossos prprios alunos. Sem querer dizer o que melhor ou pior, mas comparando com outros projetos, os alunos que ocupam as cadeiras principais nas orquestras sinfnicas destes nem sempre so ocupadas por seus respectivos alunos ou ex-alunos, sendo aberto concurso para integr-las. Isso vai ser algo muito importante para a gente, j que ns mesmos vamos estar fomentando a nossa sinfnica, com decorrncias positivas educativas e profissionais.

Seria importante o poder pblico, o Estado, entender a representao que ter msica sinfnica com jovens oriundos de um projeto social, no tocante a tentar profissionaliz-la, para que ela funcione atrelada ao poder pblico. Mas, por enquanto, s um pensamento. No tocante ao educativo, a gente tambm pode pensar em alargar o que tem hoje aqui. Eu acho que o mais importante incentivar os nossos profissionais a fazer reciclagens. E, obviamente, havendo mais espao fsico, teremos mais alunos."




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